A 130ª edição do GP Doutor Frontin » Jockey Club Brasileiro - Turfe

A 130ª edição do GP Doutor Frontin

litograph-frontinAs principal carreira do próximo domingo, 05 de julho, homenageia André Gustavo Paulo de Frontin, titulado Conde de Frontin pela Santa Sé. Foi engenheiro, prefeito, deputado federal e senador do antigo Distrito Federal (Rio de Janeiro) e Professor da Escola Politécnica. No turfe, foi Presidente do Derby Club, onde hoje é o Estádio Mário Filho (Maracanã), de 1885 até a fusão com o Jockey Club em 1932.

129 edições do GP Doutor Frontin…

Uma das provas mais antigas e tradicionais do calendário nacional, o Grande Prêmio Doutor Frontin começou a ser disputado ainda no antigo Derby Club em 1891. Já foi corrido em 2.800m (com vitórias de Helíaco, de Heron e de Albatroz, bicampeão, todos do Stud Linneo de Paula Machado). Além disso, já em 2.400m e como segunda prova da Temporada Internacional do JCB, Tirolesa, do Stud Seabra, um dos animais mais populares dos que já passaram por nossas pistas, venceu-o em recorde no último ano de sua fantástica campanha. Como também os craques argentinos Cruz Montiel (Stud Seabra) e Mangangá, duas vezes, (Caballeriza Aconcagua), e o nacional Vândalo (Stud Zélia Gonzaga Peixoto de Castro).

Ainda em seu rol de ganhadores, lemos nomes como os do tríplice coroado African Boy (Haras São José e Expedictus), Only Once (Haras Joatinga), depois ótimo reprodutor, o também tríplice coroado Old Master (Haras Santa Maria de Araras),  os ganhadores Falcon Jet (Haras Santa Ana do Rio Grande), Flying Finn (Stud Numy), Lord Marcos (Stud Red Black), este duas vezes, e Velodrome (Haras Dar-El-Salam), Time For Fun (Stud Yatasto), também duas vezes, o super craque Bal a Bali (Stud Alvarenga), tríplice coroado, vencedor do GP Brasil (G1) ou Daffy Girl (Haras Santa Maria de Araras), um dos melhores exemplares de PSI em atividade no país. Jaspion Silent e Agassi venceram em 2018 e 2019.

Neste final de semana o Jockey Club Brasileiro promove a 130ª edição da prova, que passou a ser de Grupo 2 no início dos anos 60. Onze dos melhores cavalos do país, todos com quatro anos e mais idade, formam o campo do páreo, em 2.400 metros, grama:

Or Noir (Haras Doce Vale); Hummer (Stud Primeiro No Disco); Abu Dhabi (Haras das Estrelas); Little Bad Girl (Haras Figueira do Lago); Olympic Ipswich (Haras do Morro); Notável (Haras Nacional); George Washington (Stud Happy Again); Galaxy Runner (Haras Sweet Carol); Mary Jane (Stud Quintella); Taksim (Carlos dos Santos); e Hector Gold (Haras Anderson). 

da Redação com Assessoria da Gerência de Turfe – Fotos: Internet e Sylvio Rondinelli

Gostou da notícia? Compartilhe!