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GP Jockey Club Brasileiro, a primeira disputa de G1 da Geração 2017 na Gávea

O Grande Prêmio Jockey Club Brasileiro é a primeira disputa de graduação máxima para os animais nascidos em 2017 no Hipódromo da Gávea.

Tradicionalmente disputado no domingo do GP Brasil e pelos produtos aos 2 anos, esse ano, em virtude da pandemia do Covid-19, será formada pelos animais já aos 3 anos.

Marcada para o domingo, 16 de agosto, a carreira, que já integrou a Tríplice Coroa carioca em vários anos, agora é realizada em 1.600 metros, grama.

Em 2020, 10 competidores estão anotados na disputa que tem entre seus ganhadores, somente no século XXI, animais como: Ay Caramba (Haras Doce Vale); Tudo Azul (Stud Eternamente Rio); Plenty Of Kicks (Stud São Francisco da Serra); e Jolie Olímpica (Haras Regina), por sinal a última vencedora, em 2019.

Vamos conhecer um pouco mais os inscritos da importante prova:

Líder da Geração, Nepal (W.Blandi/ D.Guignoni/ Haras Figueira do Lago) estava fora das pistas desde março e reapareceu com exibição de gala no tradicionalíssimo GP Conde de Herzberg (G2), em junho. Levado em alta conta por seu staff desde os primeiros matinais, somente Nepal possui dois triunfos na campanha, sendo também o único ganhador na esfera nobre. Não por nada é o potro a ser derrotado e o provável favorito. 

Playa Los Ingleses (A.Mota/ I.C.Souza/ Stud Best Friends) venceu eliminatória em 1.200 metros, areia, e foi diretamente inscrito no Conde de Herzberg. Em sua primeira corrida na grama, o filho de Glória de Campeão, mesmo largando pela baliza 12, secundou Nepal, produzindo destacada performance. A genialidade de Alex Mota pode desequilibrar a balança em seu favor.

Treinados por Luiz Esteves, que vence provas clássicas com a mesma facilidade que vamos na cozinha tomar um café, Oberyn (H.Fernandes / Stud Happy Again) e Jackson Pollock (M.Gonçalves/ Stud Verde) vão ao páreo com muita chance. Oberyn vem de formar a dupla na Taça de Prata, em Cidade Jardim, batido apenas pelo invicto e impressionante Dashing Court (Haras Cima). Jackson Pollock foi prejudicado na reta do Conde de Herzberg e precisa ser colocado na lista dos mais fortes. 

Rei do Camarote (A.Correia/ V.Nahid/ Haras Doce Vale) estreou muito “verde” e não confirmou as boas expectativas. Na segunda, “menos bobo”, já mostrou o esperado e conquistou vitória apertada, porém bastante significativa, em marca mais de um segundo melhor que a eliminatória vencida por Indigo Guerreiro. Seus responsáveis levam o filho de Wild Event numa mãe Roi Normand (Chèrie Gigi) na mais alta conta e não será surpresa seu triunfo. 

Indigo Guerreiro (Haras Regina) e Osprey (Stud Red Rafa), os dois preparados por Roberto Solanés, outro tremendo colecionador de taças, venceram em suas estreias e chegam até a esfera nobre para enfrentar os melhores. O salto é grande, porém ambos merecem respeito, uma vez que mostraram aptidão para o serviço em seus triunfos.

O pequenino Lincoln Acteon (A.Paiva/ L.Guignoni/ Stud H & R) deu um vareio em sua última saída e se mostra válida a oportunidade de correr o primeiro G1 de sua geração no Rio de Janeiro. Illeso (L.Henrique/ R.M.Lima/ Stud Pedudu) esbanja regularidade, com quatro atuações, uma vitória, dois segundos e um terceiro. Nero D’Avola (B.Queiroz/ D.Guignoni/ Haras Figueira do Lago) ganhou bela carreira e reforça o número de Nepal, devendo forçar o ritmo do páreo nos metros iniciais junto com os voluntariosos Lincoln Acteon e Jackson Pollock. 

por Fernando Lopes – fotos: Sylvio Rondinelli

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